segunda-feira, 25 de abril de 2011

'...Nobody knows where they might end up ... Nobody knows ...'

Resolvi parar um pouco de falar sobre o que sinto, pra falar um pouco sobre o que gosto.

E encabeçando a lista, hoje está Grey's Anatomy, a série.
Grey's Anatomy: é uma série médica, que ao meu ver é mais voltada para os dramas dos personagens do que para a medicina em sí, o hospital é apenas um plano de fundo para as histórias.
A primeira imagem que me lembro de ter visto da série é de  alguém com uma perna amputada na mão, ( um episódio da 2ª temporada ) olhei de relance pra tv e vi aquela cena bizara e lembro de ter pensado 'credo'. Pouco depois de tanto escutar a Camila e o Luís Gustavo comentando sobre alguns episódios resolvi entender do que se tratava, e me viciei.
Tenho quese certeza que eles nem assistem mais, e eu já assisti a série inteira todos os episódios de todas as temporadas. Me tornei fã de carteirinha, daquelas que contam os dias pra começar uma temporada nova, e que comemoram quando acaba um hiatus de 3 semanas. Assisto inúmeras vezes o mesmo episódio, até decorar as falas. E mesmo sabendo tudo exatamente o que vai acontecer, tenho sempre as mesmas reações, fico tensa, apreensiva, dou risada, me emociono e sempre como se fosse a primeira vez.
O que chama a minha atenção, são as características dos personagens, suas personalidades e seus dramas.
 Depois de certo tempo, você começa a pensar como os personagens, a imaginar o que eles fariam em tais situações, a imita-los de uma certa maneira.
Gosto de Grey's Anatomy porque mesmo sendo uma ficção as histórias não são coisas impossíveis de se acontecer na vida real. Aliás apaixonar-se é a coisa mais fácil do mundo, o que torna complicado são as suas consequencias.
Além do mais sou uma mistura daqueles 5 internos: tenho tenho a personalidade ( principalmente os conflitos pessoais )da Meredith, a antipatia ( nesse caso, o poder de afastar as pessoas ) da Cristina, sensibilidade da Izzie, a Inocência (velada) do George e a Ironia ( e porque não a antipatia também) do Alex.
De uma maneira ou de outra sou eu ali na tela esmigalhada em 5 pessoas/personagens diferentes, mais no fundo iguais.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

'...O que há de mais importante entre duas pessoas: a amizade ...'

  Esse não é necessariamente um texto sobre amigos, é um texto sobre amizade.

   Amigos são pessoas, passíveis de erros e de magoar pessoas, a amizade é um sentimento perfeito. Pelo menos é assim que eu enxergodesde quando eu me entendo por gente.
  Sou do tipo de pessoa que realmente leva em conta a amizade, e acho esse um o sentimento mais sólido que se pode ter por alguém, mais sólido até que o amor.
  Pra mim a amizade é aquele sentimento pleno, aquele em que você é capaz de fazer tudo por alguém. Sorrir  junto; chorar junto; se preocupar com os problemas de alguém; é passar horas conversando e rindo; é brigar ... brigar feio, mais você sabe que aquilo não acabou ali e é ter a coragem de pedir perdão; é fazer planos para o futuro, um futuro de 50 anos; é passar horas no telefone/msn/sms; é contar cada detalhe bobo do seu dia;ou ainda cada palavra daquela briga feia; é precisar ligar para alguém quando a sua viajem de família tá um saco; é ter alguém que você sabe que vai estar lá por você não importa pra que ou a hora, ele vai estar lá por você.
  Por um momento na minha vida eu até cheguei a acreditar que tinha conquistado esse nível que amizade/amigo na minha vida, mas talvez tenha sido só uma grande coincidência, a maior de todas.
  Os conceitos Amigo e Amizade são facilmente confundidos, para falar a verdade são bem parecidos a diferença é que os Amigos são imperfeitos e Amizade é perfeita.
  Mas para que exista a amizade, é preciso que exista o amigo. O que não existe é amigo perfeito logo não existe amizade perfeita.
  Há uma esperança, porque existem pessoas que tentam ser bons amigos, são os super-heróis da amizade, eles são capazes de salvar o mundo por um amigo. E modéstia à parte, me enxergo como algo assim, se eu tivesse que classifica eu seria tipo o Robin da amizade, porque por acreditar que a ela existe eu faço o meu melhor para que  permaneça viva entre meus amigos e eu.
  Curiosamente  a cada dia que passa eu me distancio mais dessas pessoas,  ou eu estou fazendo asolutamente tudo errado ou são eles que não são capazes de enxergar o que faço por eles ou ainda coloco expectativas demais em cima dessas pessoas e acabo de decepcionando.
  Acho que a verdade é essa, é expectativa demais em cima de quem não é capaz de corresponder, porque não basta eu me esforçar para ser uma super-amiga, e se isso não é recíproco.
  Devo procurar novos amigos, ou parar de esperar demais das pessoas? Eis a questão.

  Sou uma Cristina Yang, à procura da sua Meredith Grey!

quarta-feira, 20 de abril de 2011

''.... Envelheço na Cidade ...''

Às 12:13 do dia 20 de abril de 1990, uma sexta-feira, nascia Camila Aparecida Massei!

E no auge dos meus 21 anos, ainda sou uma incógnita para mim, a cada dia que passa me surpreendo de uma maneira ou de outra, mas sempre me mantive firme nos meus princípios, aos meus princípios, defeitos e qualidades.
Eu posso ser teimosa, irritada, preguiçosa, acomodada, indecisa, mas ao mesmo tempo sou fiel ao que sinto, ao que penso e a quem amo. Talvez essa seja minha maior qualidade.
Aos 14 anos tomei pra mim a frase ' e logo eu que sempre achei legal ser tão errado' ... talvez por isso sempre tenha sido a rebelde, a desencanada, a doidona.
Lanço mão  por vezes do recurso do riso, talvez para esconder uma certa insegurança, mais depois de tanto tempo já me acostumei a fazer as pessoas rirem, e a rir com elas. Só quero do meu lado pessoas que me façam rir, a diversão é o meu remédio.
Sou uma contradição ambulante, ao mesmo tempo que amo-odeio, ao mesmo tempo que sonho-desisto de sonhar, ao mesmo tempo que quero- mudo de idéia.
 Crio mostros imáginas maiores até que O Pé Grande ou que o Mostro do Lago Ness e por vezes não sei lidar com eles.
Já passei por cada coisa nessa vida, inúmeras pessoas já  passaram por ela e há tantas histórias para contar.
Particularmente pra mim o que se leva da vida ( ou o que se deixa )são as histórias, o que vai valer é o que você vai ter pra contar no final da vida. E nesses 21 anos, eu tenho boas histórias pra contar, ainda há muito para percorrer há muita estrada pela frente, muita cabeçada à ser dada, muito passos tortos e muitas decisões incompreendidas!

Mais se eu pudesse me dar um conselho hoje ele seria:

Continue a ser você mesma, continue a tomar os teus porres épicos, continue a se apaixonar por alguém em um dia e se des-apaixonar no outro, continue a tomar decisões incompreendidas, a ouvir música no fone de ouvido no volume máximo, continue a fazer o que pode pela tua família, continue a não fazer tudo no dia/hora certa, a ser atrasada, a admirar o céu/ a estrada/ a lua / a cidade de longe, continue a acreditar nos teus amigos mesmo se decepcionando sempre com eles, só se lembre de não confiar demais ou dar o seu melhor pora as pessoas- elas quase nunca fazem isso por você,continue a ser realista, continue a dizer o que pensa e principalmente SEJA LIVRE tenha pensamentos/atitudes livres e por ultimo mais não menos importante TENHA ORGULHO DE VOCÊ, tenha orgulho dos teus feitos porque a única pessoa que vai contigo até o fim da vida é você mesma, e só é possivel morrer em paz quando se tem orgulho do que foi feito na vida!

Parabéns, Camila! - do teu eterno companheiro o 'Eu Lírico'

sexta-feira, 15 de abril de 2011

'...De repente, me encheu de paz ...'

É essa paz que me consome por dentro, que aparece quando eu menos espero. É ela que me faz acordar cedo, que me deixa com vontade de arrumar as coisas por dentro e por fora, que me dá vontade de  conversar com as pessoas, contar histórias, vontade de sair na rua.
Tudo parece que toma o seu rumo exato.
As músicas que eu escuto todo dia ganham um ar de novidade, melodias fortes e doces, tanto que dá até aquela vontade de cantar alto, sem se importar com os olhares de reprovação.
Passo a  não só observar o mundo mas também a admira-lo,e qualquer simples detalhe do cotidiano torna-se especial, torna-se bonito.
As cores naturais do dia, ganham um tom pantone cintilante de encher os olhos. E o agradecimento ao universo por aquele dia é inevitável.
Pode parecer ilusão, exagero, utopia ou drogas. Mais a sensação é muito boa, eu me sinto tão eu, tão dona de mim, tão ... tãoo ... a verdade é que eu me sinto verdadeiramente em paz.
O que causa tudo isso, não sei ... e nem tenho a audácia de descobrir ...

'..Hoje acordei com uma tal nostalgia de ser feliz...' C.L.