quinta-feira, 25 de agosto de 2011
' estamos indo de volta pra casa ....'
Amanhã, depois de 1 mês e 7 dias, eu vou pra casa. Volto como visita é verdade, me tornei uma visitante na minha própria casa.
E essa ansiedade de voltar, se dá claro pela saudade da minha família, dos meus amigos ...Mas principalmente por conta da falta que sinto de mim.
Em Araraquara eu sou transparente, não me preocupo com as aparências, falo o que penso, me solto, gargalho, passo fins de semanas inteiros sem dormir, saio com os meus amigos, me divirto, sou livre.
Sou aquela que os parentes distantes julgam e que chamam de imatura dizemendo que eu não cresci.
Em Campinas sou aquela responsável, que dorme cedo, acorda cedo, tem planos, metas, e que precisa manter as aparências .
Sou duas: uma apaticamente correta e outra insanamente incorreta. Uma precisa da outra para que Eu possa existir.
O fato é que no momento em que subi naquele ônibus a 1 mês e tantos dias, deixei uma Camila para trás, e isso tem me custado muito.
A Camila daqui está fraquejando, e está precisando de uma ajuda da Camila de lá, só sou uma unidade quando as duas Camila's estão em comunhão e é por isso que eu tanto anseio.
Mais do que matar a saudade, eu preciso me reencontrar.
E me perdoem toda essa excitação, e pelo drama mas eu to indo pra casa!
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
' Faz da Lágrima o Sangue! ...'
A um mês, eu mudava de cidade.
Eu logo eu que nunca mudei de quarto nem de casa, resolvi muadar de cidade.
Deixei para trás a minha vó, meu irmão, meu tio, meu cachorro, minha tartaruga, minha cama, meus travesseiros, minha solidão, meu silêncio, a madrugada.
Meus amigos, a madrugada com os meus amigos, a balada, a sinuca, o frozem, a jurupinga, a vodka.
Deixei pessoas, coisas e hábitos que eu jamais me imaginei vivendo sem. Mas aprendi.
Aprendi a viver sem metade das pessoas que eu amo, aprendi a dormir cedo, aprendi a me adaptar, aprendi a viver dividida, aprendi a contar até 10 antes de gritar com alguém, aprendi a me controlar, aprendi a sentir falta. Aprendi e me descobri.
Me descobri mais paciente, me descobri mais forte, me descobri mais fraca. Me descobri e me aceitei.
Não foi uma decisão fácil de ser tomada, eu sabia que ia exigir muito de mim e assim está sendo. Vivo uma montanha russa de emoções todos os dias, quero correr, quero gritar, quero me esonder, quero voltar.
Mas acima de tudo, a medida em que o tempo passa e eu conheço mais a cidade, tenho certeza de que é por aqui que eu quero ficar.
As coisas ainda não aconteceram pra mim do jeito que eu imaginei, ainda não saiu tudo conforme os meus planos. Tenho inúmeros objetivos à alcançar por aqui e toda a paciência do mundo para esperarar por eles.
Espero ansiosa pelo meu regresso, quero colo, quero festa, quero todos os abraços e sorrisos, por que melhor do que descobrir um mundo novo, é poder voltar sempre que eu quiser pro meu mundo antigo.
Eu logo eu que nunca mudei de quarto nem de casa, resolvi muadar de cidade.
Deixei para trás a minha vó, meu irmão, meu tio, meu cachorro, minha tartaruga, minha cama, meus travesseiros, minha solidão, meu silêncio, a madrugada.
Meus amigos, a madrugada com os meus amigos, a balada, a sinuca, o frozem, a jurupinga, a vodka.
Deixei pessoas, coisas e hábitos que eu jamais me imaginei vivendo sem. Mas aprendi.
Aprendi a viver sem metade das pessoas que eu amo, aprendi a dormir cedo, aprendi a me adaptar, aprendi a viver dividida, aprendi a contar até 10 antes de gritar com alguém, aprendi a me controlar, aprendi a sentir falta. Aprendi e me descobri.
Me descobri mais paciente, me descobri mais forte, me descobri mais fraca. Me descobri e me aceitei.
Não foi uma decisão fácil de ser tomada, eu sabia que ia exigir muito de mim e assim está sendo. Vivo uma montanha russa de emoções todos os dias, quero correr, quero gritar, quero me esonder, quero voltar.
Mas acima de tudo, a medida em que o tempo passa e eu conheço mais a cidade, tenho certeza de que é por aqui que eu quero ficar.
As coisas ainda não aconteceram pra mim do jeito que eu imaginei, ainda não saiu tudo conforme os meus planos. Tenho inúmeros objetivos à alcançar por aqui e toda a paciência do mundo para esperarar por eles.
Espero ansiosa pelo meu regresso, quero colo, quero festa, quero todos os abraços e sorrisos, por que melhor do que descobrir um mundo novo, é poder voltar sempre que eu quiser pro meu mundo antigo.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
' Se lembrar de celebrar muito mais!'
O que realmente vale na vida, são os amigos que agente faz, as histórias que agente tem pra contar, as fotos que guardam momentos únicos, as gargalhadas, os tropeços, os ataques de riso sem ter razão, um abraço, um olhar, um beijo, um carinho, um cheiro.
O que vale de verdade na vida, são as pessoas que agente tem, são os perrengues que agente passa, os momentos de medo, a quebra da solidão, as conversas sérias que duram horas, as conversas tontas que duram mais ainda.
O que vale na vida, são as noites na balada, é encher a cara, jogar sinuca, dançar até não sentir mais os pés, é cantar com os amigos na rua de madrugada enquanto você anda descalça e sem destino, é beber vodka barata, e ter uma ressaca tão ruim que faz você jurar nunca mais beber.
O que vale na vida, são aqueles sms, citações no facebook, um reply, um rabisco mal-feito ou um simples ' estou com saudade'.
O que vale na vida, é aquele almoço em família, aquelas histórias do natal, as fotos de criança, é o colo da mãe, a intriga com o irmão, as brigas, o cuidado.
O que vale na vida é meter a cara, se arriscar, mudar, errar, acertar, mudar de novo, ter medo, tem coragem, ter fé, é acreditar e desacreditar também.
O que vale na vida é ser livre, para pensar, para querer e desquerer, fazer e desfazer, ir e voltar ( ou não voltar ).
O que vale na vida é se apaixonar, é amar, é se relacionar, é ficar na fossa, é voltar pra vadiagem e jurar nunca mais se apaixonar de novo.
O que realmente vale na vida é deixar as coisas acontecerem, as pessoas entrarem, as madrugadas passarem, os amores acabarem. Isso são coisas que acontercerão para sempre, agente querendo ou não.
O jogo não muda, o que muda é o jeito que agente joga. Embaixo da caixa tá escrito como jogar, mas ninguém disse que não podemos inventar novas regras. E quem decide se essas novas regras estão certas ou não, é agente.
O que vale de verdade na vida, são as pessoas que agente tem, são os perrengues que agente passa, os momentos de medo, a quebra da solidão, as conversas sérias que duram horas, as conversas tontas que duram mais ainda.
O que vale na vida, são as noites na balada, é encher a cara, jogar sinuca, dançar até não sentir mais os pés, é cantar com os amigos na rua de madrugada enquanto você anda descalça e sem destino, é beber vodka barata, e ter uma ressaca tão ruim que faz você jurar nunca mais beber.
O que vale na vida, são aqueles sms, citações no facebook, um reply, um rabisco mal-feito ou um simples ' estou com saudade'.
O que vale na vida, é aquele almoço em família, aquelas histórias do natal, as fotos de criança, é o colo da mãe, a intriga com o irmão, as brigas, o cuidado.
O que vale na vida é meter a cara, se arriscar, mudar, errar, acertar, mudar de novo, ter medo, tem coragem, ter fé, é acreditar e desacreditar também.
O que vale na vida é ser livre, para pensar, para querer e desquerer, fazer e desfazer, ir e voltar ( ou não voltar ).
O que vale na vida é se apaixonar, é amar, é se relacionar, é ficar na fossa, é voltar pra vadiagem e jurar nunca mais se apaixonar de novo.
O que realmente vale na vida é deixar as coisas acontecerem, as pessoas entrarem, as madrugadas passarem, os amores acabarem. Isso são coisas que acontercerão para sempre, agente querendo ou não.
O jogo não muda, o que muda é o jeito que agente joga. Embaixo da caixa tá escrito como jogar, mas ninguém disse que não podemos inventar novas regras. E quem decide se essas novas regras estão certas ou não, é agente.
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